Olá apaixonados!!!

Hoje,dia 23 de Agosto o jornalista Nelson Rodrigues, faria 100 anos,tricolor,polêmico,tarado, pornográfico, imoral, louco, reacionário,revolucionou o teatro brasileiro,retratou  o que seria batizado posteriormente de “nova classe média”,e inventou tipos que continuarão por ai e são tão atuais hoje como eram quando escritos.

Bio

Começou a carreira no Jornal  “A Manhã” criado pelo seu pai,aos 13 anos de idade.

Em 1936,seu irmão Mário Filho havia tornado-se sócio do “Jornal dos Sports” e Nelson passou a fazer contribuições sobre futebol. Daí para frente, vai contribuir e trabalhar em diversos veículos, como “Correio da Manhã”, “O Jornal”, “Última Hora”, “Manchete Esportiva” e “Jornal do Brasil”, entre outros. Escreverá crônicas, contos, correio sentimental, folhetins, comentário esportivo e artigos opinativos.

Em 1936, ano da morte de Joffre, Mário Filho havia tornado-se sócio do “Jornal dos Sports” e Nelson passou a fazer contribuições sobre futebol. Daí para frente, vai contribuir e trabalhar em diversos veículos, como “Correio da Manhã”, “O Jornal”, “Última Hora”, “Manchete Esportiva” e “Jornal do Brasil”, entre outros. Escreverá crônicas, contos, correio sentimental, folhetins, comentário esportivo e artigos opinativos.

O teatro surge em 1941, quando estréia “A Mulher Sem Pecado”. A grande aclamação de Nelson, contudo, será com a encenação de “Vestido de Noiva”, dirigida por Ziembinski, marco do teatro brasileiro moderno. Nunca se vira nada semelhante no país, público e crítica foram unânimes perante o ineditismo do espetáculo.O valor dramático de Nelson foi reconhecido de imediato por grande parte dos diretores, atores e críticos da época.

Foi o autor mais censurado no país.

Com uma capacidade de trabalho invejável, Nelson ainda fez história na televisão brasileira.Fez “A Cabra Vadia”, no qual pessoas de destaque eram entrevistadas por Nelson com a presença, no estúdio, de uma cabra viva; foi pioneiro na teledramaturgia brasileira, ao escrever, para a TV Rio, a novela “A Morta Sem Espelho”.

Enquanto esteve vivo, acompanhou a adaptação de sua obra para o cinema e chegou a colaborar com o roteiro de “A Dama do Lotação”, de Neville D’Almeida, “Bonitinha, mas ordinária” e “Álbum de Família”, de Braz Chediak. Escreveu, também, os diálogos para dois filmes: “Somos Dois”, de Milton Rodrigues, e “Como ganhar na loteria sem perder a esportiva”, de J. B. Tanko.

Stella Rodrigues e Maria Clara Rodrigues contam que, no final da vida, Nelson estava bastante debilitado e sofria muito. Depois de um aneurisma na aorta, foi operado três vezes. Seu estado era agravado pelo fato de nunca ter tido uma saúde invejável. Nelson Rodrigues morreu no dia 21 de dezembro de 1980. Foi enterrado com a bandeira do Fluminense. Deixou seis filhos: Jofre, Nelson, Maria Lucia, Paulo César, Sonia e Daniela.

 

Obras

A vida como ela é… (1961)
Crônicas baseadas nas observações do autor sobre o comportamento e a vida cotidiana das ruas cariocas.

Engraçadinha – Seus amores e seus pecados dos 12 aos 18anos. (Vol. 1) 
A história começa quando Doutor Arnaldo, homem de família e político eminente do Vale das Almas, em Vitória do Espírito Santo, se suicida inesperadamente. A população da cidade não consegue compreender o motivo do ato desesperado do pai da bonita Engraçadinha, que havia levado uma surra dele na noite anterior à desgraça. Por causa de uma indiscrição do médico da família, que comenta com alguém durante o enterro que encontrara o livro “Nossa Vida Sexual” debaixo da cama do morto, os moradores do local começam a imaginar motivos eróticos torpes para o suicídio. A boataria da população, que intimamente ansiava por um escândalo, vai longe.

Contos e crônicas
O Óbvio Ululante. Rio de Janeiro, Livraria Eldorado Editora, 1968.
O Óbvio Ululante. São Paulo, Cia. das Letras, 1993.
A Cabra Vadia. Rio de Janeiro, Livraria Eldorado Editora, 1970.
A Cabra Vadia. São Paulo, Cia. das Letras, 1995.
A Sombra das Chuteiras Imortais. São Paulo, Cia. das Letras, 1993.
A Vida como ela é…o Homem Fiel e outros contos. São Paulo, Cia. das Letras, 1992.
A Coroa de Orquídeas e outros contos de A vida como ela é…. São Paulo, Cia. das Letras, 1993.
A Pátria em Chuteiras. São Paulo, Cia. das Letras, 1994.
O Remador de Ben-Hur. São Paulo, Cia. das Letras, 1996.

Obras adaptadas para o cinema:

 

Bonitinha, mas Ordinária (1963)

 

Este ano uma nova versão cinematográfica estreia em Novembro.

O Beijo (1965) 

 

Suas obras também foram adaptadas para a televisão onde mais uma vez criaram polêmica,com seus personagens quase reais,onde a infidelidade era tema constante.

 

Nelson Rodrigues costumava destilar toda a sua ironia em frases que, de tão polêmicas, se tornaram clássicas.Algumas dessas frases:

“Nem toda mulher gosta de apanhar, só as normais”

 

“Aos 18 anos, o homem não sabe nem como se diz bom dia a uma mulher. O homem devia nascer com 30 anos.”

 

“A mulher se corrompe menos do que o homem. Na mais degradada das mulheres sobrevive algo de intacto, de intangível, de eterno. Esse mínimo de inocência sempre a salva.”

 

A mulher ama e se realiza pelo amor ou, então, é um macho mal-acabado.”

 

“A única nudez realmente comprometedora é a da mulher sem quadris.”

 

Para comemorar o centenário do jornalista e escritor,várias peças estão sendo montadas em todo o país.

Fontes: Site da Veja,Google,Site Nelson Rodrigues

E vocês apaixonados,já leram alguma das obras desse polêmico escritor???

Comentem aqui em baixo!!!!!

10 respostas a 100 anos de Nelson Rodrigues

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